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flávio freitas |
Sê a árvore à beira de um riacho,
Se não podes ser grande, sê arbusto.
Se não fores luzeiro, sê um facho,
Se não podes ser grande, sê arbusto.
Se não fores luzeiro, sê um facho,
Se a relva que é verde e é toda luxo.
Sê sempre o que és, mas em plenitude,
Constrói o futuro por tua virtude!
Se não podes ser amor, sê o carinho.
Se não podes ser voz, sê o seu grito.
Se não podes voar, faze o teu ninho,
Sê do chão, mas com o olhar para o infinito.
DIOGENES da CUNHA LIMA