PROJETO
BAOBÁ do POETA:
INCLUSÃO,
PERTENCIMENTO e MEMÓRIA na ESCOLA
O projeto
“Baobá do Poeta”, desenvolvido na Escola Estadual Myriam Coeli, nasceu a partir
da chegada de um fragmento do Baobá cultivado pelo poeta, escritor e educador
potiguar Diogenes da Cunha Lima. A iniciativa foi idealizada pelas professoras
Maria Silvestre e Wanessa Silvestre, atuantes na Educação Especial, com o
propósito de fortalecer os sentimentos de acolhimento, inclusão
e valorização das histórias de vida dos estudantes.
Inspirado
na simbologia do Baobá árvore que representa ancestralidade, resistência,
memória, sabedoria e permanência, o projeto promoveu ações interdisciplinares
voltadas aos estudantes do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e do
Ensino Médio. As atividades integraram literatura, arte, cultura, educação
ambiental e reflexão sobre a diversidade humana, em consonância com os
princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da educação inclusiva.
Como
marco simbólico e afetivo da iniciativa, foi realizado o descerramento da placa
do “Baobá do AEE”, conduzido por Diogenes da Cunha Lima, transformando a árvore
em um espaço permanente de memória, aprendizagem, inclusão e convivência. Mais
do que um elemento da paisagem escolar, o Baobá passou a representar o
compromisso coletivo com o respeito às diferenças e o
reconhecimento da singularidade de cada estudante.
O projeto
reafirma o papel da escola como um ambiente acolhedor, acessível e humanizado,
onde a diversidade é celebrada como riqueza e cada sujeito é reconhecido como
protagonista de sua própria história.
“Assim
como o Baobá cria raízes profundas
e oferece abrigo sob sua sombra,
a educação
inclusiva fortalece vínculos,
preserva memórias e cria oportunidades
para que
todos possam crescer e florescer.”