segunda-feira, 20 de julho de 2026

A IMORTAL ELZA CIRNE

 

 


A Academia Norte-Rio-Grandense de Letras (ANRL) realizou, na quinta-feira (16/07), às 19 horas, no Salão Nobre da Academia, em Petrópolis, uma sessão solene para receber seu mais novo membro, Maria Elza Bezerra Cirne. Eleita com votação consagradora de 35 dos 37 votos possíveis, ela passou a ocupar a cadeira nº 11. O assento tem como patrono o padre João Maria e como fundador Januário Cicco, tendo sido ocupado anteriormente pelos acadêmicos Onofre Lopes, Seabra Fagundes e Paulo de Tarso Correia de Melo.
  
Numa noite muito concorrida, com a presença dos acadêmicos e de muitos amigos da nova imortal, o professor e historiador Koquinho Suassuna fez a saudação de boas-vindas e a tia-imortal Lalinha Duarte Barros presidiu a Comissão das Vestes Talares. Filha de Haroldo Bezerra, Elza Cirne é autora de obras de destaque como “Sertão, Seridó, Sentidos” e “Viúva Machado: a Grandeza de uma Mulher”. Seus escritos valorizam a cultura potiguar e abordam temas fundamentais como o protagonismo feminino histórico.
 







SIMONE SILVA no BAOBÁ CULTURAL


No programa BAOBÁ CULTURAL, que foi ao ar nos dias 18 e 19 de julho, na TV Futuro, Diogenes da Cunha Lima entrevistou a jornalista Simone Silva.

 



quarta-feira, 1 de julho de 2026

DCL PERSONALIDADE CULTURAL

 


O Diploma do Mérito Cultural, concedido no Rio de Janeiro ao Presidente da Academia de Letras Diogenes da Cunha Lima, foi entregue em 30/06, pelo escritor e acadêmico Valério Mesquita, na reunião do Conselho Estadual de Cultura.
 
Na cerimônia, Valério Mesquita transmitiu o convite a Diogenes, que já foi Presidente cinco vezes, para ser o Presidente de Honra da edição especial do 40º aniversário do Festival de Cinema de Natal, que será comemorado no Rio de Janeiro.
 



quinta-feira, 11 de junho de 2026



 

PROJETO BAOBÁ do POETA:
INCLUSÃO, PERTENCIMENTO e MEMÓRIA na ESCOLA
 
O projeto “Baobá do Poeta”, desenvolvido na Escola Estadual Myriam Coeli, nasceu a partir da chegada de um fragmento do Baobá cultivado pelo poeta, escritor e educador potiguar Diogenes da Cunha Lima. A iniciativa foi idealizada pelas professoras Maria Silvestre e Wanessa Silvestre, atuantes na Educação Especial, com o propósito de fortalecer os sentimentos de acolhimento, inclusão e valorização das histórias de vida dos estudantes.
 
Inspirado na simbologia do Baobá árvore que representa ancestralidade, resistência, memória, sabedoria e permanência, o projeto promoveu ações interdisciplinares voltadas aos estudantes do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e do Ensino Médio. As atividades integraram literatura, arte, cultura, educação ambiental e reflexão sobre a diversidade humana, em consonância com os princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e da educação inclusiva.
 
Como marco simbólico e afetivo da iniciativa, foi realizado o descerramento da placa do “Baobá do AEE”, conduzido por Diogenes da Cunha Lima, transformando a árvore em um espaço permanente de memória, aprendizagem, inclusão e convivência. Mais do que um elemento da paisagem escolar, o Baobá passou a representar o compromisso coletivo com o respeito às diferenças e o reconhecimento da singularidade de cada estudante.
 
O projeto reafirma o papel da escola como um ambiente acolhedor, acessível e humanizado, onde a diversidade é celebrada como riqueza e cada sujeito é reconhecido como protagonista de sua própria história.
 
“Assim como o Baobá cria raízes profundas 
e oferece abrigo sob sua sombra, 
a educação inclusiva fortalece vínculos, 
preserva memórias e cria oportunidades 
para que todos possam crescer e florescer.”
 


 

PALESTRA: ENCÍCLICA MAGNIFICA HUMANITAS

 



sexta-feira, 8 de maio de 2026

ORQUESTRA MENINAS ALDO PARISOT em NATAL

 

 

O Teatro Alberto Maranhão será palco da Orquestra de Meninas Aldo Parisot, nesta segunda (11), às 15h. Um projeto criado com estudantes de escolas públicas de Currais Novos e Caicó, retrata uma iniciativa pioneira que tem transformado a vida de jovens do interior do estado.
 
A orquestra é resultado do projeto Aldo Parisot, criado em 2022 para homenagear o renomado violoncelista potiguar. A iniciativa oferece ensino sistemático e gratuito de violino, viola e violoncelo para meninas da rede pública, com idades entre 10 e 15 anos.
 
O repertório mostrará ao público a dedicação das jovens musicistas. A orquestra de meninas no histórico TAM é a prova da força do projeto, que leva o talento do Seridó para um dos principais palcos culturais da capital potiguar.
 
Serviço:
Concerto da Orquestra de Meninas Aldo Parisot. Dia 11 de maio (segunda), às 15h, no Teatro Alberto Maranhão. Entrada gratuita.