quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

OS PIONEIROS DA AVIAÇÃO





Os pioneiros da aviação celebrados na Casa de Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Entre eles, o nosso Augusto Severo.











DIOGENES





DIOGENES (1900)
de Émile-André Boisseau (1842-1923)

Museu Nacional de Belas Artes (RJ)




MOEMA





MOEMA (1895)
do mexicano RODOLFO BERNARDELLI (1852-1931)
Museu Nacional de Belas Artes (RJ)

Representa a índia Moema, que morre afogada no mar enquanto seguia a nado o navio que levava o português Diogo Álvares Correia, o Caramuru, por quem ela estava apaixonada, e a índia Catarina Paraguaçu para a Europa.

Em relação ao tema da obra, é possível que o escultor, além da leitura essencial do livro “Caramuru” do frei José de Santa Rita Durão, canto VII, em que narra a morte de Moema, possa ter se inspirado também em um poema de Luís Guimarães. Bernardelli estreitou a amizade com o escritor em Roma, entre 1873 e 1880, período em que esse exercia funções diplomáticas naquela cidade e publicava seu livro “Sonetos e Rimas” (1880).




A REINVENÇÃO DA PINTURA





A obra do potiguar Abraham Palatnik (nasceu em 1928) caracteriza-se por uma qualidade inegável: permite não só observar as passagens do moderno ao contemporâneo, mas também reconhecer uma das primeiras associações entre arte e tecnologia no mundo. Seu trabalho pode ser visto atualmente no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.

Esta exposição retrospectiva ultrapassa os limites da pintura e da escultura modernas, intenção que o artista manifestou claramente em obras como "Aparelhos Cinecromáticos" e "Objetos Cinéticos" e em suas pinturas, quando passou a promover experiências que implicam uma nova consciência do corpo.


Fotos de Leila Cunha Lima